Foto: The Economist
Foram anos de continuidade do trabalho iniciado pela era conservadora de Margaret Thatcher como diz o The Economist na edição de 1 de Fevereiro numa análise de Merril Stevenson:
"(...)Steady economic expansion for the past 14 years has pushed its GDP per head above that of France and Germany. Its jobless figures are the second-lowest in the European Union. Inflation has been modest, and sterling, the Achilles heel of governments from Clement Attlee's to John Major's, is if anything too strong for Britain's good.
Much of this transformation is due to a quarter-century of profound policy change at home. The Conservatives in government tamed the unions, freed financial markets and unloaded a host of state-owned enterprises. A wrenching decade resulted in a more flexible and competitive economy, though also a more unequal and less cohesive society. A Labour government under Tony Blair sensibly built on its predecessors' work but tried to combine free markets with social justice (...)"
Para nós um exemplo da importância da continuidade nas políticas - conservadores e trabalhistas conseguiram fazê-lo. Nós, apesar de promessas, temos grande dificuldade em não destruir o passado.
E mostra ainda como a globalização e o liberalismo podem trazer progresso. É verdade que a desigualdade continua a ser um problema no Reino Unido - maior que na Europa continental. Mas, com a criação de riqueza é possível, através de políticas públicas, distribuí-la. Sem criar riqueza é que nada se consegue fazer.
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