Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

A Delphi, o ministro e a União Europeia

A Delphi anunciou a semana passada a extinção de 500 postos de trabalho na Guarda e o ministro da Economia afirma que em contrapartida a mesma empresa vai criar emprego em Castelo Branco. Em Sevilha, no encontro do CES, o presidente da Comissão Europeia diz que Bruxelas pode ajudar a combater os efeitos negativos destes depedimentos - a Delphi extinguiu 1600 postos de trabalho na zona de Cádiz, em Espanha.

 

Os deserdados da globalização são cada vez mais visíveis. É preciso recordar que já há alguns anos o insuspeito FMI alertava para a necessidade de apoiar os grupos que vão perder com a globalização. O mundo ganha mas há perdedores. Eis uma política pública que é preciso pensar e desenhar. E um papel que a União Europeia pode ter.

 

Não é dizendo que acabam postos de trabalho num sítio mas nascem outros noutro lugar, como faz o ministro Manuel Pinho, que se resolve um problema que é o reflexo de mudanças na estrutura da economia mundial.

Publicado por Helena Garrido às 18:53
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Contacto

helena_garrido@sapo.pt

Entradas recentes

...

FMI: muitas medidas, pouc...

Inflação e lei laboral

O adeus a Tony Blair

Flexisegurança, Portugal ...

O preço da (in)justiça so...

O maravilhoso mundo novo

Sarkozy e a vantagem de s...

Privatização da REN com p...

E assim se cumpriu o dest...

Temas

aeroporto

automóvel

banca

bce

bcp

conjuntura

desemprego

desigualdade

edp

educação

emprego

energia

flexisegurança

governo

inflação

media

ota

saúde

semana prevista

união europeia

todas as tags

Pesquisar

 

subscrever feeds